Depressão Pós-Parto

Você sabia que 1 a cada 4 mamães podem ter depressão pós-parto? A mulher pode ser tomada por sintomas como tristeza repentina no pós-parto que pode vir acompanhada de rejeição pelo bebê recém-nascido. 

No blog de hoje, nós da G7 Assessoria faremos vocês mamães compreenderem quais os possíveis motivos e como identificar os sintomas que possam estar afetando vocês nessa etapa tão delicada da maternidade que é o pós-parto.

De acordo com estudos, a depressão pós-parto  pode estar associada a fatores físicos, emocionais, estilo e qualidade de vida, além de uma possível ligação com históricos e outros transtornos mentais. No entanto, a causa apontada por profissionais da área médica, está ligada ao desequilíbrio de hormônios em decorrência do término da gravidez. 

O fato é que o nascimento de um bebê mobiliza muitas coisas não só no físico da mulher, mas também no emocional e no ambiente em que vive. Sabemos que durante a gestação, a mãe provavelmente se preparou para receber o seu bebê. 

Isso inclui mudanças que envolvem mecanismos que mexem com o corpo, como hábitos físicos e alimentares, preparação do seio para o aleitamento materno, além de mudanças no ambiente para receber o bebê e do preparo interno (psicológico) da mãe para a chegada da criança.

A seguir seguem alguns sinais que auxiliará na identificação dos principais sintomas que assolam o psicológicos de muitas mulheres pós-parto:

  • Não conexão com o bebê recém-nascido;
  • Choro constante;
  • Baixa energia;
  • Sentimento de raiva;
  • Sobrecarga e cansaço constantes, mas não consegue dormir;
  • Sentimento de culpa e sem esperança;
  • Pensamentos suicidas também podem aparecer;
  • Não tem vontade de realizar nada.

Você se identifica ou conhece alguém que está com esses sintomas? Auxiliar as mamães que  busquem ajuda de um profissional, é muitas vezes um ato de compaixão e solidariedade, pensando que as mesmas encontram-se em um estado “anormal” causada pela fase que se encontram. 

A busca por um auxílio médico é necessária, pois essa fase pode ser vivenciada em muitos casos, como uma turbulência de sentimentos, emoções e expectativas que podem provocar uma instabilidade emocional. 

No entanto é importante, que o apoio familiar  seja primordial para vencer essa fase,  busque sempre a ajuda de bons profissionais para obter um diagnóstico adequado e o tratamento certo! 

E uma dica que deixamos por fim é: Mamães não se culpem por essa eventualidade, sabemos que estamos em constante evolução e acertar e errar fazem parte desse processo de construção, principalmente no período gestacional! 

E aí curtiram o conteúdo? Então compartilhe com mais mamães 😉

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