bebê características

8 características de um recém-nascido

Os recém-nascidos possuem características únicas e evoluem com muita rapidez. Para as mamães de primeira viagem, é importante conhecer essas características para saber cuidar dos seus bebês da melhor forma. Por esse motivo, elaboramos o post a seguir com as principais características de um recém-nascido. Confira!

Principais características de um recém-nascido:

Antes do parto, o bebê passou nove meses completamente protegido e agora adentra em um ambiente desconhecido. É normal que ocorra um período de adaptação fisicamente, porque tudo é novo e diferente com o qual ele estava acostumado. É por esse motivo que recém-nascidos possuem características tão únicas, que deixam as mamães fascinadas.

  • A pele

A pele do recém-nascido costuma ter um tom avermelhado. Isso ocorre porque a circulação sanguínea é lenta logo após o parto. Ao final da primeira semana de vida, a pele do bebê vai se tornando mais clara, indo para um rosa, até adquirir o tom de pele que ele terá.

Quando os recém-nascidos sentem frio, é comum ficarem com a pele levemente azulada nas extremidades. Outra mudança no tom de pele que também é relativamente comum é a cor amarelada, que é chamada de icterícia. Esse tom de pele diz respeito ao fígado ainda em formação nos primeiros dias de vida.

Também podem ocorrer manchas azuis nas costas e nádegas, que desaparecem sozinhas com o tempo.

  • A cabeça

Os ossos da cabeça do recém-nascido não estão completamente formados, de forma a facilitar o parto. A cabeça também pode ter um formato alongado pelo mesmo motivo.

O recém-nascido também tem a fontanela permeável, conhecida popularmente como moleira, que se trata de um local na parte mais alta da cabeça onde não existe osso palpável. A fontanela está ali para o desenvolvimento do cérebro nos primeiros meses de vida e se fecha ao fim do primeiro ano.

No entanto, é recomendado para as mamães tomarem um cuidado extra com essa parte da cabeça, evitando quedas e acidentes, por se tratar de um local extremamente delicado.

  • O rosto

O rosto do recém-nascido costuma ser inchado devido ao excesso de líquidos. Os traços vão aparecendo conforme o bebê vai desinchando. Os olhos muitas vezes permanecem fechados, devido ao inchaço.

Além disso, as orelhas ainda não possuem “cartilagem firme”, por isso podem estar dobradas e o nariz costuma estar com secreções.

  • O corpo

Enquanto ainda no útero, a pele do feto é coberta por uma camada de pelos, que vão caindo aos poucos após o parto. Essa camada fina de pelos é conhecida como lanugo.

  • O cabelo

O cabelo é algo que varia de bebê para bebê. O recém-nascido pode ter muito ou algum cabelo ou ser completamente careca. De qualquer forma, esse cabelo vai cair, para dar lugar ao cabelo permanente.

  • O umbigo

O umbigo do recém-nascido possui restos de cordão umbilical, que secam e caem entre 5 e 15 dias após o nascimento. O abdômen é frágil e, geralmente, o bebê tem uma hérnia umbilical. No entanto, conforme o bebê for conseguindo sentar-se e ficar em pé, o abdômen se fortalece naturalmente.

  • Os sentidos

O recém-nascido já nasce com todos os sentidos desenvolvidos, mas os olhos são muito sensíveis a luz. Os bebês enxergam a uma distância de aproximadamente 30 cm e não conseguem diferenciar cores corretamente.

Nas primeiras semanas de vida, os músculos dos olhos ainda estão não estão totalmente sob controle do bebê, por isso muitas vezes ele pode ficar vesgo. Mas é normal e passa!

  • O sono

Recém-nascidos dormem, em média, 16 horas por dia e costumam acordar nos momentos de mamar. Todo esse sono é essencial para a liberação dos hormônios do crescimento e ativação do sistema imunológico.

Mamães, gostaram desse conteúdo? Deixem seus comentários abaixo e vamos trocar mais ideias sobre a vida materna e todos os poderes de uma mãe.

Recém-nascido dormindo

Saiba qual é a melhor técnica para fazer um bebê dormir

Sabemos que nos primeiros meses do bebê é normal que ele demore a adormecer ou não durma a noite toda. Em geral, eles podem acordar a cada duas ou três horas para se alimentar, ou apenas por se sentirem desconfortáveis.

Desta forma, os papais podem se sentir bastante cansados, pois não estão acostumados a passar a noite toda acordados. Pensando nisso, preparamos dicas de técnicas especiais que vão ajudar na hora de colocar o seu bebê para dormir. Confira abaixo:

O que fazer na hora do bebê dormir?
1. Lembre-se do ambiente do útero
Nos primeiros meses do bebê, ele ainda não consegue ter uma noção que não está mais ali dentro, por isso, tentar reproduzir esse ambiente pode ajudar bastante para fazer o seu neném dormir mais tempo e melhor.

Por isso, se atente a colocar o bebê próximo ao corpo da mãe ou do pai, faça alguns movimentos suaves balançando, assim o fará se sentir como se ainda estivesse dentro da barriga.

2. Deixe o bebê bem embrulhado
Entre os 4 e 5 meses, o bebê têm um tipo de reflexo, que os fazem sentir como se estivesse caindo e isso pode ocorrer durante o sono, fazendo com que ele acorde várias vezes.

Desta forma, é aconselhável mantê-lo “embrulhado”, isso pode ser feito em uma manta, assim deixando ele bastante acolhido e sentindo-se protegido.

3. Oferecer um ambiente confortável
Para ajudar o bebê a dormir, principalmente à noite, é importante o manter em um ambiente tranquilo e confortável, com uma temperatura boa. Evite barulhos na casa e diminua as luzes. Mas, não deixe tão escuro, para caso o bebê acordar e você ir até ele em segurança, sem precisar acender todas as luzes.

4. Deixe-o no berço
Primordialmente, os pais precisam entender que o recém-nascido precisa se acostumar com a sua cama, que no caso é o berço.

Por isso, coloque o bebê no berço ainda acordado, para que ele possa entender que chegou a hora de dormir, assim ele irá se acostumar e saber que ali é o seu cantinho para adormecer.

5. Vestir roupinhas confortáveis
Sempre que for colocar a criancinha para dormir, invista em roupas confortáveis como pijamas, nem que seja apenas para um cochilo, assim influenciará para um sono melhor. Opte por roupas que não apertem, sem muitos elásticos ou botões.

6. Massagens para relaxar
Alguns papais gostam de investir em massagens relaxantes para o bebê, que geralmente são feitas nas costas ou pernas. Isso pode influenciar bastante na hora do sono, a criança se sente mais tranquila e relaxada, desta forma, conseguirá dormir mais rápido e por mais tempo.

Em síntese, notamos que a hora de dormir é a mais importante para o bebê, principalmente para a sua saúde. Logo, invista em estabelecer rotinas que ajudem a sinalizar para o neném que a hora de dormir está chegando.

Esperamos que nossas dicas possam ajudar você e ao seu bebê nesse momento. Mamães, gostaram do nosso post? Deixem seus comentários abaixo e vamos trocar mais ideias sobre a vida materna e todos os poderes de uma mãe.

mãe com bebê ao colo

Mães de primeira viagem: dicas essenciais sobre a maternidade

Sabemos que a chegada de um recém-nascido é algo que traz muita alegria, e para as mamães de primeira viagem pode ocorrer aquele medo e ansiedade. É claro que não nascemos sabendo de tudo e aprendemos no decorrer do tempo.

Estar preparada para quando o bebê chegar diminui os níveis de estresse, assim toda mulher consegue desfrutar desse momento tão maravilhoso. Por isso, preparamos dicas especiais para que você consiga se preparar para esse momento.

Permita ser ajudada

Uma característica principal de qualquer mãe, é cuidar e proteger o seu filho, e desejamos de alguma maneira conseguir fazer tudo sozinha. Porém, neste momento a rotina pode ser bem cansativa, pois tudo vai girar em torno do bebê.

Por isso, permita ser ajudada, seja por familiares ou pessoas responsáveis, como babás ou auxiliares. Tenha em mente, que você precisa descansar sempre que possível.

Possua um plano de parto

O primeiro passo para o início da maternidade, com toda certeza é o parto, que será algo que vi marcar a vida de qualquer mãe. Nesse sentido, fazer o planejamento com o seu obstetra é importante, para decidir o tipo de parto, levando em conta a saúde da gestante e do bebê.

Ter um plano de parto é justamente para traçar todos as diretrizes que a mulher deseja possuir ou realizar durante o trabalho de parto, como:

Se deseja ou não o uso da analgesia;
Se prefere ouvir músicas;
Quem vai acompanhá-la durante o parto;
Se prefere ou não ter uma doula;
Qual a posição que deseja ou quais as posições que possam ser mais favoráveis para o seu parto.
Faça uma visita a maternidade
Mesmo que você já tenha em mente onde o seu bebê vai nascer, visitar a maternidade dias antes, é algo que pode trazer calmaria a toda mamãe, pois oferece aquele sentido de familiaridade com o local.

Procure traçar o melhor caminho até a maternidade, e quanto tempo pode gastar até chegar. Observe a estrutura do lugar e toda a equipe, pois, você precisará de toda assistência necessária.

Mantenha-se descansada próximo a data do parto
Quanto mais próximo a data do bebê vir ao mundo se aproxima, mais a ansiedade aumenta e os incômodos também. Algumas mães relatam que não conseguem dormir bem, porém, por mais que isso ocorra, é muito importante descansar o máximo possível. Pois, irá precisar de muita energia para quando chegar a hora de dar à luz.

Mantenha calma quando o bebê chorar

Os primeiros dias podem ser os mais estressantes, pois é nesse momento onde todos estão se adaptando à nova rotina e o mais novo integrante da família. Neste instante é onde mais irá ouvir o choro do seu bebê.

Como ainda são apenas recém-nascidos, a forma que eles encontram para se comunicar é através dos choros, e para uma mãe de primeira viagem pode ser desesperador. Mas mantenha calma, nem sempre isso é sinônimo de fome ou dor, pode ser apenas tédio ou vontade de ficar no colo para se sentir seguro.

Coloque o bebê para dormir sempre que ele der sinais de sono
Sempre que o seu neném der sinais de sono, o coloque para dormir, pois quando ele está muito cansado, pode ficar bastante irritado. Tenha em mente deixá-lo em um ambiente calmo e tranquilo, com músicas relaxantes, mas deixe os sons naturais da casa para que dessa forma ele consiga se acostumar.

Descanse sempre que puder

Para toda mamãe de primeira viagem uma dica importante é: durma sempre que for possível. Parece simples, mas na correria de cuidar do bebê isso pode passar despercebido.

Então, sempre que tiver uma chance ou entre as horas de sono do seu recém-nascido, durma também, para que no momento em ele precisar você esteja descansada e relaxada.

Sabemos que ser mãe não é tarefa fácil, principalmente quando é mãe de primeira viagem. Porém, esperamos ter ajudado bastante através dessas dicas que preparamos.

Então descanse bastante e se prepare tanto fisicamente quanto mentalmente, pois quando o seu bebê chegar será um momento inesquecível principalmente para você. Se tornar mãe, é bem desafiante, mas é algo maravilhoso.

Mamãe, gostou deste conteúdo? Deixe seus comentários abaixo e vamos trocar mais ideias sobre a vida materna e todos os poderes de uma mãe.

Bebê recém nascido

O que é Exterogestação?

Desenvolvida pelo antropólogo inglês Ashley Montagu, a teoria da exterogestação diz que a gestação humana dura na verdade 12 meses e não 9 , ou seja, esse acréscimo representa o período dos primeiros meses de vida do recém-nascido onde ocorre um novo mundo de experimentos longe do conforto e das “mordomias” do útero.

Quando está na barriga, o bebê não passa por apuros. Lá, ele tem alimentação constante, abrigo e está literalmente sempre perto da mãe. É um ambiente calmo, de luz baixa, seguro e perfeito para ali ficar.

O bebê humano é o mais frágil dos mamíferos, tão frágil ao ponto de precisar deste período de adaptação que simula as condições que ele tem no útero. Esse processo é feito com algumas ações que melhoram o dia a dia do bebê e contribuem para este período de adaptação.

Como fazer uma boa transição do bebê para a vida extra-uterina?

Fique bem pertinho! Mantenha o mais próximo possível o contato com o bebê: Deitar a criança junto ao peito e usar acessórios como o sling por exemplo, lembra a sensação de proximidade que acontece dentro da barriga e apesar de não gerarem a criança, esse contato próximo funciona também com os pais.

Olá, gravidade! Dentro da barriga o bebê literalmente flutua, não sente o próprio peso e ao nascer pode ser que alguns incômodos ocorram. Quando ocorrer uma das situações em que o bebê precise se acalmar, tente segurá-lo de lado ou de bruços. Importante: A OMS (Organização Mundial de Saúde) não recomenda que o bebê seja colocado para dormir na cama de bruços ou de lado(por ser uma posição instável e o bebê poder virar e ficar de bruços), e sim de barriga para cima.
Por isso, essa técnica deve ser usada apenas quando o bebê estiver no colo.

Que som é esse? Dentro da barriga da mamãe, o bebê escuta uma série de sons repetitivos e rítmicos que sinalizam a presença da mãe. Músicas suaves e até mesmo buscar na internet sons similares aos que ocorrem no útero, agradam o bebê e desenvolvem novos estímulos.

Luz baixa para lembrar aquele climinha da barriga. Evite deixar o bebê exposto a luzes vibrantes. A criança não está acostumada com muita luminosidade e isso agride os olhinhos que mal conseguem ficar abertos por muito tempo ainda. Por tanto, luz baixa e ambientes tranquilos para o pequeno ir se acostumando com a vida fora do corpo da mamãe.

Seu “pacotinho”! Uma outra ação que vai fazer o bebê lembrar do conforto do útero, é embrulhar o neném em uma mantinha como se fosse um pacotinho. Essa é uma alternativa para aquelas horas em que o colo não é possível e vai passar a sensação de acolhimento. Detalhes: Lembre-se sempre de verificar se a mantinha que faz esse “embrulho” no bebê está firme e bem presa, para que a criança não durma próxima a um pano solto. Um outro ponto é que essa é uma situação pontual, e não deve ser algo que ocorra por um tempo extenso.

Bebê recém nascido
Bebê recém nascido

Muito carinho, mamãe! O tato é um dos primeiros sentidos a ser despertado no bebê. Estimule a criança com o toque nos pezinhos, braços, na barriguinha e faça bastante carinho para que com esses estímulos, o bebê se sinta mais confortável fora da barriga e vá ganhando mais autonomia na vida exterogestacional.

Bom, como tudo o que é novo, a vida fora do útero é feita de processos, calma, paciência e adaptações. Tudo vai ocorrer bem e dentro do tempo certo. Este também é um período onde a amamentação por livre demanda é recomendada e isso significa que o bebê deve ser alimentado sempre que sentir fome.

Essas dicas ajudam no dia a dia da família com o recém-nascido e colaboram para maior conforto do bebê.

Você conhecia este termo? Tem mais dicas para trocar com as mamães da G7 Assessoria Previdenciária? Comente este post e fique a vontade para nos chamar nas nossas redes sociais 🙂

Um abraço carinhoso a todas as nossas mamães e até o próximo post! ♥

Grupo de crianças brincando em um parque.

05 Dicas que contribuem para o desenvolvimento infantil

As crianças estão em desenvolvimento desde o primeiro sopro de vida. Todos os dias são novos aprendizados, novas descobertas e um novo mundo repleto de curiosidades, mas como estimular cada vez mais o desenvolvimentos dos nossos filhos de uma forma saudável? Foi pensando nisso que a G7 Assessoria Previdenciária preparou este artigo com algumas dicas e reflexões sobre o desenvolvimento infantil. 

1- Dê o primeiro passo:

De começo, é importante “abrir caminhos” e facilitar o aprendizado. Permita que a criança conheça coisas novas, experimente, erre, acerte, tente várias vezes, permita a interação com outras crianças e o contato com “mundos” diferentes. 

Crianças usando a imaginação. Fonte: Freepik

2- Pratique a cognição:

Trabalhar a cognição envolve diferentes atividades físicas e mentais que contribuem para o conhecimento e o aprendizado. 

Para trabalhar a cognição, brincar é o melhor “remédio”, pois é brincando que as crianças realizam novas descobertas, porém se atente para que as brincadeiras sejam adequadas às faixas etárias. Assim, será possível aproveitar as lacunas do desenvolvimento da melhor forma possível.

3- Estimule a capacidade motora:

A coordenação motora pode e deve ser estimulada desde os primeiros meses de vida.

Atividades como desenhar, traçar linhas,  brinquedos de encaixar, livros de colorir, blocos de montar, entre outros recursos, são excelentes alternativas para que aos poucos a criança domine e refine os movimentos do seu próprio corpo.

Crianças no playground
Crianças no playground. Fonte: Freepik

4- Sentimentos e expressões:

Conversar é sempre uma forma de conhecer a personalidade da criança, ensinar valores e moldar um cidadão ou cidadã que vai interagir com a sociedade. 

Entre os aspectos que devem ser trabalhados na infância, estão:

A comunicação, a empatia, a inteligência emocional, a concentração, o raciocínio lógico, o trabalho em equipe, a criatividade, a organização e o senso crítico. 

Criança empinando pipa no parque. Fonte: Freepik

5- Incentive o contato com a natureza:

Nós também somos parte da natureza e ter essa noção desde pequeno é fundamental para que tenhamos adultos que se importem mais com a natureza.

Ao ter contato com a natureza, a criança começará a ter mais contato com o mundo, a despertar mais a criatividade, explorar coisas novas e ainda mais saúde, pois o organismo desenvolve mais imunidade, além de, evitar o sedentarismo. 

Visitas ao parque, finais de semana em sítios ou fazendas, visitar um jardim botânico, passar férias em cidades com riquezas naturais, entre outras ações, são muito positivas. 

Diversos aspectos contemplam o desenvolvimento infantil. De acordo com o UNICEF os itens essenciais para que uma criança alcance o seu desenvolvimento são: Saúde, nutrição, cuidados responsivos, segurança, proteção e aprendizagem. 

Gráfico de atenção integral UNICEF
Gráfico de atenção integral. Fonte: UNICEF

Promover o desenvolvimento infantil é promover saúde e bem-estar para as crianças e consequentemente para toda a família. Todo esse conjunto de ações e ainda outras que são particulares de cada mãe e pai, trazem benefícios para a infância e para a vida adulta. 

Esperamos que este post contribua para que os seus pequenos possam agir e interagir mais com o mundo, se desenvolverem e crescerem felizes e saudáveis. 

Um abraço e até o próximo post! 🙂

Neném se espreguiçando

Como cuidar do sono do bebê?

Uma noite de sono tranquila é o desejo da maioria das famílias que têm recém-nascidos em casa. Se você não é uma daquelas sortudas que podem dormir tranquila e falar: “Meu bebê dorme a noite toda”, este artigo da G7 Assessoria Previdenciária é para você, para te ajudar com a noite de sono do seu bebê.

 1- Dormir no lugar certo:

Imagina você dormir no colo aconchegante da mamãe ou do papai e de repente perceber que está em um colchão fofinho e quentinho sim, mas sem o mesmo calor daquele colinho? Pois bem, mesmo dormindo, o bebê se dá conta da mudança e acorda assustado. 

É importante que os bebês se acostumem a se acalmarem sozinhos e  isso de nada tem a ver com deixar a criança aos prantos no berço, aliás isto é contra-indicado por pediatras e outros especialistas, uma vez que, o bebê pode ter acordado por conta de alguma dor ou desconforto. 

Procure formas calmas e leves para entreter o bebê até que ele pegue no sono. O ideal é colocar o bebê sonolento no berço e ainda acordado. 

2- Dia é dia e noite é noite:

É importante marcar para os bebês a claridade durante o dia e a luz mais baixa pela noite. Isso contribui para que ele associe que quando está tudo mais escuro e silencioso, é hora de dormir e ficar quietinho.

3- Faça o “check-list” do bebê:

Está chegando a hora de dormir, hora de olhar tudo em seu bebê! 

Fralda ok, roupinha, ok, barriguinha alimentada, roupa limpinha, chupeta, a “naninha”, o “ursinho”, enfim tudo o que envolve o soninho do seu bebê. Deixe tudo pronto e arrumado para evitar perder muito tempo caso a criança acorde durante e noite. Quanto antes ela voltar a dormir, melhor para todos.

4- O local seguro para dormir:

O local mais seguro para os bebês dormirem é o berço. A recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) é que bebês de até 6 meses durmam no berço no quarto dos pais e entre 6 e 12 meses, passem para seu quarto. Bebês que nasceram prematuros, têm alguma condição de saúde ou estão com vacinas atrasadas devem permanecer no quarto dos pais. 

5- A soneca é uma aliada:

Ao contrário do que muitos pensam, o sono diurno, contribui para uma melhor noite de sono.

Quando o bebê está cansado, muitas vezes não consegue dormir bem, ele pode se sentir superestimulado e isso pode causar choros a noite e atrapalhar o sono. É recomendado que crianças com menos de seis meses, tenham entre quatro e cinco sonecas por dia e bebês mais velhos tirem de duas a três sonequinhas durante o dia.

A velha prática de observar o seu filho sempre vai ser a principal forma de ajudá-lo a dormir melhor, afinal cada criança é única e reage de uma forma. Em casos extremos, procure a ajuda de um especialista e independentemente da gravidade que o seu filho ou filha tenha na hora de dormir, vá sempre pontuando o pediatra para que você possa contar com as orientações do médico que acompanha seu bebê.  

Um abraço, e até o próximo post! 🙂

Mulher grávida com uma blusa bege em um fundo azul em dúvida demonstrando sobre o auxílio maternidade e benefício maternidade

O que é auxílio-maternidade?

O auxílio maternidade é um benefício regulamentado pelo art. 97, do Decreto n° 3.048/99 cujo a sua última alteração foi o decreto nº 10.410/2020, este, formalizando em seu último parágrafo que: “Durante o período de graça a que se refere o art. 13, a segurada desempregada fará jus ao recebimento do salário-maternidade, situação em que o benefício será pago diretamente pela previdência social.” 

Este benefício concede direitos às mulheres que não possuem relação de emprego no momento em que foram ou vão ser mães seguindo critérios elaborados pelo INSS, ao contrário da licença maternidade, onde obrigatoriamente há a necessidade de um vínculo empregatício. 

O benefício poderá ser pago em parcelas ou de uma só vez, dependendo do valor e da idade do filho ou filha, cabendo ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) o cálculo do valor de direito e o pagamento direto à quem goza do direito ao auxílio-maternidade. 

Quem tem direito ao auxílio-maternidade?

Possui direito ao auxílio-maternidade toda mulher que já contribuiu com o INSS através do registro trabalhista em carteira e aquela que já contribuiu por ao menos dez meses de forma independente com o instituto (INSS).

Para garantia da concessão do auxílio-maternidade é necessário que a requerente não esteja recebendo nenhum outro benefício social, tais como: Auxílio-Emergencial, Bolsa-Família e Seguro Desemprego. 

Dentro dessa regra de contribuição, há perfis específicos que fazem valer este direito:

  • Mães com crianças de até 05 anos;
  • Mães que tiveram aborto não criminoso;
  • Mães que concluíram o processo de adoção ou guarda judicial para fins de adoção;
  • Casos de natimorto (quando a perda do bebê ocorre após a vigésima terceira semana de gestação ou durante o parto);
  • Mães que encontram-se desempregadas no momento de solicitar o benefício. 

Como funciona e porque contar com uma assessoria? 

O grande problema e a dificuldade das mães ao recorrerem ao INSS é a enorme burocracia, prazos extensos e a incerteza se o benefício será concedido ou não. Por muitas vezes, mães que têm direito, têm seu benefício negado sem maiores explicações. E é neste momento que o trabalho de uma assessoria jurídica ética e responsável, faz a grande diferença! 

A expertise de bons advogados e um time competente de especialistas é a chave para o êxito na concessão do auxílio maternidade. 

Antes de mais nada consulte nas redes sociais e órgãos de proteção ao cliente a reputação da empresa. Mais importante do que avaliar as reclamações é observar o tempo de resposta e retorno da instituição.

A enorme burocracia e a ausência de conhecimento no trâmite jurídico e processual pode fazer com que clientes sejam enganados por estelionatários e assessoria de fachada, causando fraudes e desvio de benefícios. Investigue a fundo a assessoria antes de contratar. Peça indicações, confira depoimentos, consulte a legalidade da empresa e sempre que possível conheça o escritório físico.

Jamais contrate uma assessoria que não formalize um contrato de prestação de serviços! Uma empresa idônea mantém a relação contratual em ambas partes celebrada por um contrato de prestação de serviços informando claramente os serviços prestados, a devida cobrança de honorários, taxas administrativas e a assinatura dos responsáveis legais pela instituição.

Assessoria idôneas não cobram antecipadamente por quaisquer valores decorrentes do processo! Na G7 Assessoria Previdenciária os honorários decorrem somente em caso do benefício concedido.

Como é o processo do auxílio-maternidade? Entenda como a G7 Assessoria Previdenciária trabalha!

1 – A G7 Assessoria Previdenciária recebe o contato da mãe;

2 – Nesse primeiro contato, o nosso time de especialistas aplica um questionário para avaliar se a mãe cumpre todos os requisitos necessários para a pré-aprovação do benefício;

3 – Uma vez deferido, o processo é encaminhado para a área de recebimento para acompanhamento final da data, local e valor do benefício concedido;

4 – Em posse de toda a documentação, o processo é encaminhado para nossa área jurídica para validação cadastral, aprovação e abertura do protocolo junto ao INSS;

5 – Após o protocolo, nossa área de relacionamento mantém o acompanhamento do processo, informando a beneficiária o status de aprovação, regularizando eventuais pendências ou assessorando junto ao INSS informações complementares;

6 –  Uma vez deferido, o processo é encaminhado para a área de recebimento para acompanhamento final da data, local e valor do benefício concedido.

Importante! O valor do benefício é depositado integralmente na conta da beneficiária, que pode ter seu benefício pago em uma única parcela ou em mais parcelas, conforme determinação e cálculo homologado pelo INSS. 

Contratar uma assessoria é aumentar e muito a garantia de ter o benefício concedido de forma eficiente, ágil e com a liberação do maior valor possível. Existem inúmeros casos de mães que desistiram do processo por conta da burocracia e da demora. 

Há também, casos de mães que tinham direito ao auxílio-maternidade e tiveram o pedido negado sem nenhuma explicação plausível. 

São mais de 11 milhões de mães solo no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e desses 11 milhões de mães a maioria encontra-se desempregada dependendo de trabalhos informais e/ou a ajuda de terceiros para criarem seus filhos. 

O benefício do auxílio-maternidade é de grande valia para essas mães, porém a maioria não sabe sequer da existência deste benefício e quando de alguma forma ficam sabendo, não fazem ideia de quem pode solicitar, como funciona e em quem confiar na hora de buscar valer seus direitos.

Ter o trabalho de advogados e especialistas em auxílio-maternidade é ter a certeza de que as preocupações e morosidades ficarão em segundo plano e que o processo vai seguir junto ao INSS com uma equipe competente durante todas as etapas. Claro, não é qualquer assessoria que vai trabalhar pelo melhor valor, que vai insistir de todas as formas para a liberação do benefício e ser parceira das mães que a procuram. Por isso, te convidamos a clicar aqui e conversar com um consultor G7 Assessoria Previdenciária!

Um abraço e até o próximo post! 🙂

Médico realizando o procedimento de ultrassom em uma mulher grávida mostrando a barriga grande

A importância do ultrassom na gravidez

Mamãe, você fica ansiosa todas as vezes que vai fazer o exame de ultrassonografia? Mas será que esse exame é seguro para você e para seu bebê?

De acordo com um artigo científico publicado em 2013 pelo National Center for Biotechnology Information, o mesmo avaliou sua segurança e concluiu que a ultrassonografia tem sido usada clinicamente há mais de meio século, sem relatos de efeitos colaterais ou prejudiciais em humanos. 

Nós da da G7 Assessoria, preparamos no blog de hoje,  um conteúdo especial para que vocês mamães saibam tudo sobre esse momento mágico e quais são os ultrassons mais importantes que devem ser realizados durante o período gestacional. 

Quando a gravidez é descoberta, imediatamente o médico nos encaminha para realizar uma ultrassonografia para que seja examinado a frequência cardíaca do bebê e através desse mesmo exame. Através dele consegue-se identificar o tamanho e o tempo gestacional que o bebê está bem como a previsão aproximada para seu nascimento, ou seja, realizar ultrassom é primordial para o acompanhamento e desenvolvimento do seu filho.

Existem dois momentos importantes para a realização do exame morfológico: um no primeiro trimestre (11 a 13 semanas) e o outro entre 18 e 20 semanas, de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Já a Organização Mundial da Saúde(OMS) recomenda a realização de apenas uma ultrassonografia, essa quantidade pode variar de acordo com as recomendações médicas e necessidades da gestante ou do feto, podendo variar pelas normas regidas por alguns países.

Usualmente a ultrassonografia transvaginal serve para avaliação do útero, trompas e ovários. Há também outros riscos e a identificação precoce pode solucionar algumas causas decorrentes da gestação ou não, como o câncer de ovário ou até mesmo o câncer de colo de útero. 

Há ainda algumas ultrassonografias que são solicitadas pelos especialistas médicos para identificação de algumas anormalidades que podem decorrer do período gestacional ou até mesmo de alguma alteração preexistente na mulher, mas é o especialista que recomenda a necessidade da realização do mesmo. 

A recomendação dos especialistas, no entanto, é para que realizem consultas periódicas e sigam as orientações médicas para que você e seu bebê estejam seguras durante esse tempo. 

O período de gestação é um dos mais importantes na vida da mulher, portanto, manter consultas ginecológicas e fazer o pré-natal certinho pode auxiliar e direcionar vocês mamãe numa gravidez sem grandes riscos.

E aí, curtiram o conteúdo mamães? Então compartilhem com mais gente! 😉

Grávida se alimentando com uma maça

Comer por dois na gestação: o que você precisa saber

Mamãe, alguma vez você já se pegou dizendo durante a gestação que: precisava comer por dois (por você e pelo bebê)? 

No blog de hoje, nós da G7 Assessoria, iremos falar e oferecer o auxílio sobre os mitos e verdades da alimentação durante o período gestacional e quais são as verdades sobre a nutrição necessária para seu filho durante a gestação.

É fato que, as grávidas devem aumentar as calorias ingeridas diariamente, mas idealmente, mulheres grávidas com peso normal devem ganhar entre 10 e 15 quilos ao longo da gravidez. 

Durante a gestação, o corpo da mulher usa mais calorias e conserva mais energia de fato, ou seja, trabalha de forma mais eficiente. É natural e se faz necessário aumentar o número de calorias ingeridas diariamente (300 calorias a mais por dia, em média), mas idealmente, mulheres grávidas com peso normal (IMC de 18,5 a 24,9) devem ganhar entre 10 e 15 quilos ao longo da gestação

Fato é que, entre desejos loucos e aversões alimentares inesperadas, pode ser tentador simplesmente colocar uma vitamina no pré-natal ou ainda no prato do café-da-manhã e sentir que está fazendo a sua parte, mas existem algumas ressalvas com relação a isso.

De acordo com as recomendações dos especialistas, o ganho de peso associado a uma dieta adequada para essa fase, ajuda a diminuir os riscos da gestação para a mãe e leva a melhores condições para o nascimento do bebê.

Existem muitas hipóteses que podem justificar o aparecimento dos desejos e, em sua maioria, estudos relacionam o fenômeno com mudanças hormonais no período gestacional. Existe ainda, uma substância chamada Neuro peptídeoY (NPY) que é um dos mais potentes estimulantes do apetite que conhecemos, segundo pesquisadores. Essa substância é fabricada no hipotálamo e entregue em várias regiões do cérebro para aumentar o apetite. 

Mas, não necessariamente o corpo deseja e você precisa fazer, como por exemplo nada de desculpa de que seu filho vai nascer com cara de alguma coisa que não comeu. Dentre os alimentos que as grávidas mais desejam estão os doces (chocolate e sorvete estão no topo da lista), além de frutas, sucos de frutas e derivados de leite, ou seja: desejo não pode ser desculpa para o descontrole. 

É sugerido que cuidem das suplementações, elas são necessárias já que algumas alterações fisiológicas acontecem durante a gravidez, mas nada substitui uma alimentação saudável e rica em nutrientes para você e seu bebê, é dela que virão todas as fontes nutricionais necessárias.

No entanto, se a sua alimentação não era “saudável” antes de engravidar, considere dar uma chance para mudar alguns hábitos que vão fortalecer a você e ao seu bebê. As calorias do bem são importantes e necessárias neste tempo.

É importante ainda mamãe, que não dispense o acompanhamento de um bom profissional, pois são eles que apontam quais são as necessidades nutricionais para cada uma de vocês.

Curtiram o conteúdo? Então compartilhe com mais pessoas! 😉Fontes: https://www.medley.com.br/blog/saude-feminina/alimentacao-na-gravidez

Mulher Grávida Preparando saladas e folhas verdes

A importância das Vitaminas durante a gestação

Vocês sabem qual a importância do consumo de Vitaminas durante a gestação, mamães? 

Há evidências, de acordo com alguns pesquisadores, que a suplementação com vitamina D sozinha durante a gravidez, reduz o risco de pré-eclâmpsia, de diabetes gestacional e o risco de ter um bebê com baixo peso ao nascer. 

No blog de hoje, nós da G7 Assessoria daremos dicas e abordaremos aspectos importantes para que você saiba quais os benefícios da Vitamina D dentre outras para você e seu bebê. 

A vitamina D é essencial para a saúde humana, especialmente para os ossos, a contração muscular, a condução nervosa e o funcionamento geral das células. Sabe-se que a baixa concentração de vitamina D no sangue das gestantes têm sido associadas a complicações da gravidez, muitas das vezes. 

No entanto, acredita-se que a tomada de suplementos de vitamina D durante a gestação, colabora para evitar complicações da gravidez e que ainda, a suplementação pode fazer diferença no risco de ter um bebê prematuro, ou ainda pode reduzir o risco de eventos adversos maternos, como hemorragia pós-parto grave. 

Vale ressaltar que a falta de nutrição adequada acarreta em problemas graves e irreversíveis ao bebê, além também de oferecer riscos de saúde à mulher, aumentando as chances de uma gravidez de alto risco, dentre outros problemas.

O problema é que apenas com uma dieta saudável e equilibrada ainda não garante todas as necessidades nutricionais da gestante, por isso, recomenda-se a suplementação de vitaminas e minerais desde a pré concepção até a amamentação do bebê.

Deste modo, a maneira mais segura e eficaz de assegurar a ingestão correta dos nutrientes necessários para suplementar sua saúde e do seu filho, é ser acompanhada e avaliada por um profissional da saúde, antes, durante e após a gestação. São esses profissionais que através de exames, identificam a necessidade de suplementar sua alimentação com as vitaminas necessárias. 

Ainda é importante lembrar, que muitos alimentos e uma boa hidratação, são  ações que podem colaborar em manter  sua saúde e a do seu bebê sempre boas, afastando  qualquer tipo de “deficiência” nos nutrientes necessários para seu corpo e para a complementação nutricional do seu bebê.

É importante ficar atento que a suplementação pode fazer diferença no risco de ter um bebê prematuro, ou ainda pode reduzir o risco de eventos adversos maternos, como hemorragia pós-parto grave. 

Curtiram o conteúdo? Conta pra gente como anda o cuidado com a sua saúde 👇🏼